| Vigilantes discutem com a Febraban fim da contagem e manuseio de dinheiro Os vigilantes que fazem transporte de valores ou abastecimento de caixas eletrônicos não querem mais ser submetidos à obrigação de contar ou manusear dinheiro. Eles consideram a operação arriscada e avaliam que, da maneira como é feita hoje nas agências bancárias, shoppings, supermercados e hospitais, o abastecimento dos caixas coloca em risco não só a vida dos profissionais de segurança mas, também, de bancários e cidadãos. Nessa terça-feira, dia 13, representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro(Contraf) reuniram-se com a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) para tentar encontrar uma maneira de proteger a vida dos trabalhadores e da comunidade, evitando que grandes somas de dinheiro sejam manuseadas por vigilantes sem qualquer garantia ou proteção contra assaltos. Vigilantes e bancários também requerem a reserva de um local exclusivo e seguro para a parada e operação de carros fortes nos momentos de abastecimento e recolhimento de dinheiro. O encontro foi intermediado pela Procuradoria Geral do Trabalho (PGT) que fixou prazo de 15 dias (contados a partir dessa terça-feira) para que a Febraban apresente prazos e propostas de ajustes. A CNTV e a Contraf receberam a incumbência de apresentar uma proposta técnica de espaços exclusivos para parada de carros fortes. “Os bancos e empresas de segurança parecem não se preocupar com a vida dos vigilantes, dos bancários e dos cidadãos”, denuncia o presidente da CNTV ,José Boaventura, que participou do encontro acompanhado do diretor de Transporte de Valores, José Carlos Neves, e do diretor do Sindfort/SP Miguel Mauro. | ||
| Fonte: CNTV | 14 de outubro de 2009 |
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
CNTV e CONTRAF discutem com a Febraban fim da contagem e manuseio de dinheiro
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